BEDA, Música, Show

Show: Soilwork – The Ride Majestic Tour

Trago mais um post sobre shows que fui e acabei de me dar conta que se passou quase um ano desse show! Ainda assim não posso deixar de contar como foi esse dia tão aguardado por mim pois seria meu primeiro evento de metal em anos. 🤘🏻

Soilwork é uma banda sueca 🇸🇪 de death metal melódico, formada em Helsingborg no final de 1995″. Conheci a banda em 2012 indicada por um amigo meu (viciado em vários estilos de metal) e o primeiro album que ouvi foi o The Living Infinite. Eu simplesmente AMEI todas as músicas dele, pois além do instrumental ser incrível, a voz do vocalista Björn é simplesmente sensacional. Se você é fã de heavy metal, recomendo muito ouvir Soilwork. Não preciso nem falar que essa entrou para a minha lista de bandas favoritas que eu gostaria de ir a um show!

Mal sabia eu que eles só confirmariam um show no Brasil em 2016 e para a minha surpresa, seria a primeira vez da banda por aqui em 20 anos de carreira (imagine para quem acompanha desde o começo)! Os ingressos custaram cerca de R$100 cada (não me lembro o valor exato), achei o preço bem barato pois a banda é pouco conhecida no Brasil (acredito eu). O local onde eles tocaram foi no Clash Clube em São Paulo e apesar de pequeno eu gostei bastante!

Seria meu primeiro show de metal com uma banda internacional e estava bem preocupada com o local pois detesto lugares lotados! Chegamos mais cedo, antes da casa abrir para o público pois conseguimos entradas para o Meet & Greet com a banda. Aliás essa é uma das grandes vantagens de ir em shows no Brasil quando a banda não é tão conhecida assim ou quando é o primeiro show no país. Portanto se você pretende ir a algum show de metal, fique de olho nas páginas das produtoras pois eles sempre sorteiam um número de pessoas para ir ao meet & greet.

Pouco depois de todos da lista entrarem na casa de shows, ficamos esperando sermos chamados para finalmente conhecer a banda! Estava tão feliz que além de ir ao meu primeiro show de metal de uma banda que eu gosto muito, ainda teria a oportunidade de conhecê-los! Como eu já esperava, foi sensacional pois tivemos um tempinho para conversar com todos os integrantes. Eu e meu marido conversamos muito com o vocalista (Björn “Speed” Strid) e contamos para ele como conhecemos o Soilwork (nosso amigo americano nos apresentou a banda) e ele fez questão de gravar um vídeo para esse amigo, que obviamente ficou MUITO feliz ao receber esse vídeo!

Eu sou a de rosa! 😂 Em cima além do meu marido, os integrantes: Björn “Speed” Strid, Sven Karlsson, Bastian Thusgaard, Sylvain Coudret, David Andersson e Markus Wibom (não necessariamente nessa ordem).

Depois do meet & greet, fomos para a pista aguardar o show começar, o lugar estava bem tranquilo e ainda não estava lotado ainda o que era bom de certa forma pois conseguimos comprar bebidas enquanto isso. O público como eu já imaginava foi bem tranquilo e não foi aquela muvuca dos shows grandes. Antes do Soilwork entrar no palco, uma outra banda se apresentou (não me recordo o nome agora) e logo depois o tão aguardado show começou!

Como era o primeiro show deles no país, a set list foi bem variada, com músicas de vários álbuns para a alegria de todos. 🤘🏻 Lógico que eu me acabei de pular e foi um dos melhores shows da minha vida! Ouvir as músicas em casa e ver ao vivo são duas experiências totalmente diferentes e se você tiver a oportunidade de prestigiar sua banda favorita então faça, pois é maravilhoso!

Abaixo segue a set list do show em São Paulo (em negrito as músicas do álbum mais recente):

  1. The Ride Majestic
  2. Nerve
  3. The Chainheart Machine
  4. The Crestfallen
  5. Death in General
  6. Tongue
  7. Overload
  8. Petrichor by Sulphur
  9. The Living Infinite I
  10. Bastard Chain
  11. Rejection Role
  12. Whirl of Pain
  13. Late for the Kill, Early for the Slaughter
  14. Follow the Hollow
  15. This Momentary Bliss
  16. Stabbing the Drama

Não vejo a hora de poder ir novamente a um show deles e espero que possa fazer isso enquanto estiver na Europa (Wacken quem sabe)! Valeu cada momento com certeza! 😄

Até o próximo post!

0 Comentário




Música, Show

Show: Sonata Arctica – The Ninth Hour Tour

Finalmente venho escrever um post sobre um dos muitos shows que fui recentemente. Pensei em começar falando sobre o Soilwork que fui assistir ano passado, mas decidi primeiro escrever sobre o último show, já que está mais recente na cabeça. Hoje vou contar um pouco de como foi ver a banda finlandesa Sonata Arctica  tocar ao vivo! \m/

Conheço o Sonata Arctica desde os meados de 2002, lembro-me da primeira vez que escutei as músicas da banda. Um amigo meu do colegial me emprestou um CD para que eu pudesse ouvir e ver se curtia o tipo de música, o album era o recém lançado na época: Silence. Eu estava começando a conhecer o heavy metal e naquela época algumas bandas finlandesas faziam muito sucesso (pelo menos no Brasil).

Album mais recente: The Ninth Hour (2016)

Depois de ouvir esse album, fiquei viciada, óbvio! O que mais me fez gostar do Power Metal foi o estilo rápido das guitarras e bateria, também misturando algumas músicas mais lentas, nada mal para começar a ouvir metal. Passados os anos, eu fui acompanhando a banda e os lançamentos e comprei meu primeiro CD de um album que eu adoro, o Winterheart’s Guild (2003). Conforme o tempo foi passando fui conhecendo mais bandas e gostando de estilos mais pesados. Parei um pouco de ouvir bandas como o Sonata Arctica e Nightwish, mas sempre que escuto me dá aquele sentimento de nostalgia!

Até então nunca tive a oportunidade de ir em algum show de bandas que gosto, pois todos eles geralmente aconteciam em São Paulo e eram sempre absurdos de caro! Eis que em 2015 eu perdi uma GRANDE oportunidade de ir ao primeiro show do Sonata aqui em Limeira! Fiquei sabendo do tal show na semana do mesmo e fiquei inconformada que não conseguiria comparecer (fiquei muito P)! Ok, bola para frente, na época pensei: se vieram para cá uma vez, virão outras assim espero.

Esse não foi o único show que deixei passar por algum motivo idiota ou por falta de grana para bancar meu ingresso. Com tanto show legal vindo para minha cidade, eu não poderia mais deixar de curtir bandas que fizeram parte da minha adolescência ou até mesmo das que eu ainda ouço diariamente. Desde 2012 conheci muitas bandas legais, todas internacionais e tão boas que eu não teria mais desculpas de não poder ir a um show em São Paulo (exceto o Iron Maiden que eu BOBIEI e não fui também ).

Quando fiquei sabendo que o Soilwork viria para o Brasil pela primeira vez em 20 anos de carreira, surtei! Essa é uma banda que escuto praticamente toda semana e foi por causa deles que finalmente tomei vergonha na cara para comprar os ingressos e ir aos shows. Acompanhando pela página do Sonata no facebook pude ver que eles finalmente voltariam para o Brasil e tocariam na minha cidade novamente! Eis que surge a minha chance perdida de finalmente ir ao show deles.

Pude comprar os ingressos (que estavam bem baratos por sinal) e aguardar ansiosamente pelo dia. Fazia muitos anos que eu realmente não escutava alguma música da banda, então tratei logo de procurar os últimos álbuns no Apple Music. No dia do show eu ainda não conhecia todas as músicas do último álbum, mas já sabia o que esperar do setlist (um mix de músicas antigas e novas). Seria meu segundo show no Bar da Montanha em Limeira (também assisti ao Lacuna Coil em março), eu simplesmente AMEI  toda a infraestrutura do bar! Sem contar que nada paga poder ver a banda muito de perto sem aquela muvuca das casas de show maiores.

O show foi no último domingo (21/05), confesso que meu dia estava completamente horrível e meu ânimo para ir nesse evento era ZERO, mesmo sabendo que me arrependeria amargamente se não fosse! Dito e feito, o show foi maravilhoso e eu não me arrependo em NADA por ter ido! As vantagens de morar no interior e ir em um show na sua cidade é a praticidade e economia. Fui com o meu marido e nos divertimos muito, cantamos e nos acabamos como sempre! 

Falando do show em si, alguns clássicos foram tocados (Full Moon, Tallulah, The Power of One ). No começo achei a banda meio morna, principalmente o vocalista (Tony Kakko , voz maravilhosa), mas não durou 5 minutos até toda a monotonia ir embora e o público ficar bem animado! É muito bom ver como uma banda que você curte toca ao vivo e saber que realmente tanto o vocal quanto instrumental são sensacionais! Mesmo que seu dia seja uma tremenda porcaria e você não esteja nem um pouco a fim de sair de casa, VÁ! Com tanto estresse e problemas da vida, tirar umas horas para relaxar e se divertir especialmente em algum festival ou show é a melhor coisa que pode acontecer no seu dia. Dar suporte as bandas é muito importante, principalmente quando demoram tanto para virem ao Brasil.

Eu to aí no meio \o/

A única parte chata de tudo isso é que uma hora acaba e você tem que voltar para casa. É tão bom e divertido que você quer ficar ali para sempre! Com certeza continuarei indo a mais shows (principalmente se forem aqui em Limeira) e não vejo a hora de ir ao próximo (Helloween em São Paulo). Segue abaixo o setlist do show (em negrito as músicas do álbum mais recente):

  1. Closer to an Animal
  2. The Wolves Die Young
  3. In Black and White
  4. Tallulah
  5. Fairytale
  6. Misplaced
  7. FullMoon
  8. Among the Shooting Stars
  9. Abandoned, Pleased, Brainwashed, Exploited
  10. We Are What We Are
  11. Life
  12. The Power of One
  13. I Have a Right
  14. Don’t Say a Word

Postei alguns vídeos no meu instagram e resolvi não adicionar mais fotos aqui para não deixar o post muito longo. Outras fotos do show podem ser vistas nesse perfil do facebook. Aproveitando também para falar que decidimos não participar do meet & greet com a banda já que foi pago. Tudo bem que não era nenhum absurdo: custou R$50 por pessoa, mas já que eu estou desempregada no momento, não quis gastar esse dinheiro.

Para quem quiser conhecer mais do Sonata Arctica, vou deixar algumas indicações de músicas (separadas por álbum) que eu gosto e acho sensacionais:

  • Ecliptica: Replica, Full Moon, Blank File, Destruction Preventer;
  • Silence: Tallulah, Sing in Silence, The Power of One;
  • Winterheart’s Guild: Gravenimage, Broken, The Misery, Abandoned, Pleased, Brainwashed, Exploited;
  • Reckoning Night: Don’t Say a Word, White Pearl Black Oceans…, Shamandalie;

Por último e não menos importante: The Ninth Hour, ouça o álbum inteiro. Gostei muito e lógico que depois desse show não consigo parar de ouvir!  Não ouvi ainda os álbuns lançados depois de Reckoning Night (tirando o mais recente), então ainda não sei o que achei desses outros.

Tentei resumir ao máximo para o post não ficar enorme! O que posso dizer em poucas palavras é que vale MUITO a pena ir em shows, mesmo se for de alguma banda que você não costuma mais ouvir pois o sentimento vai ser de nostalgia, acredite. Pelo menos para mim, pude relembrar bons momentos da minha vida, foi demais! Farei outros posts sobre outros shows que fui (Soilwork, Lacuna Coil e Midnight Oil) em breve.

Até o próximo post! 

2 Comentários