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Resenha: Fitbit Charge 2

Confesso que faz uns bons meses que eu não piso numa academia 🙈, mas com tantas coisas acontecendo na minha vida ao mesmo tempo fora as que estão por vir, pensar em fazer exercícios  infelizmente ficou para o final da minha lista. Em novembro do ano passado comecei a pesquisar sobre wearable devices, ou seja: dispositivos usáveis no corpo, como pulseiras e relógios inteligentes. Já conhecia um modelo da marca Fitbit, pois uma amiga minha me mostrou e decidi pesquisar mais sobre todos os modelos e ver qual seria o mais indicado para mim.

No meu caso, eu estava procurando um dispositivo que marcasse os batimentos cardíacos durante os exercícios e também tivesse um GPS embutido, entre outros dados (passos, medidor de sono e notificações). Na época, o único modelo que se encaixava no que eu estava procurando era o Charge 2 porque os outros modelos ou eram um smart watch (estilo Apple Watch) ou não tinha o medidor de batimentos cardíacos, sem contar o preço que também foi um fator importante!

Na época eu consegui comprar o relógio na Amazon e entregar no hotel de um amigo meu que estava nos EUA e fiz o pagamento no cartão de crédito internacional, o preço foi de 150 dólares 💵. Pesquisei antes aqui no Brasil e não encontrei o mesmo modelo para vender, achei somente no Mercado Livre e sairia muito mais caro do que comprar nos EUA. No site da Fitbit você encontra todos os modelos disponíveis e pode comparar cada um para decidir qual é o mais indicado para você.

Antes de comprar quis ter certeza de que escolheria o modelo certo para minhas necessidades por isso procurei muitos sites especializados e resenhas no youtube. Vou deixar um vídeo com uma resenha muito boa sobre o Fitbit Charge 2 (em Inglês):

Outros vídeos podem ser vistos nesse mesmo canal e existem mais algumas resenhas de outros modelos Fitbit, recomendo muito! Falando um pouco sobre o modelo que eu comprei, gostaria de deixar meu registro sobre alguns prós e contras na minha opinião sobre o produto. Como já mencionei anteriormente, na época que comprei o Charge 2 não haviam muitos modelos com o medidor de batimentos cardíacos e GPS embutido e essas foram duas das características mais importantes para que eu comprasse o produto. Atualmente a marca lançou o modelo Fitbit Alta HR, que possui algumas semelhanças com o modelo que eu escolhi, mas não vou entrar em detalhes dele por aqui pois é possível encontrar da ficha técnica do produto no site do fabricante.

Sobre o medidor de batimentos cardíacos, não tenho muito do que reclamar. Ele atende bem às minhas necessidades o único ponto negativo quanto a isso é que às vezes durante alguns exercícios ele falha em medir os batimentos (principalmente em exercícios cardiovasculares como spinning por exemplo). Dentre as outras características do dispositivo, eu gosto muito do medidor de sono pois ele começa a fazer a medição assim que você adormece, e mostra níveis de sono (profundo, leve, REM, etc) marcando quanto tempo você permaneceu em cada um.

É possível controlar o aparelho utilizando o aplicativo para celular ou acessando pelo site, você pode configurar todo o dispositivo (alarme, interface do relógio, seu peso e medidas, entre outros).  Um detalhe que me incomoda MUITO é o fato de algumas opções não estarem disponíveis no aplicativo para iPhone como por exemplo as notificações: eu li no fórum oficial do modelo que notificações de aplicativos de terceiros (Whatsapp e Telegram por exemplo), só estão disponíveis para celulares com Android! Eu acho isso uma vergonha, pois como você espera criar dispositivos concorrentes da Apple se ele não é 100% compatível com a marca? Bizarro! 👎🏻

Algumas características do Charge 2 são:

  • Controle de alimentação: é possível sincronizar com aplicativos de terceiros, eu gosto muito do MyFitnessPal pois tem muitos alimentos já cadastrados e é possível utilizar o código de barras para adicionar novos alimentos, a comunidade é muito boa!
  • Marcador de exercícios: há várias opções para você rastrear seus exercícios físicos, desde treinos livres até corridas e bike. Você pode controlar seus batimentos cardíacos e também visualizar o percurso de suas corridas.
  • Progresso na perda de peso: é possível marcar seu peso e nível se gordura corporal, com isso o aplicativo faz um gráfico e você pode ver o quando perdeu ou ganhou conforme o tempo passa.
  • Notificações e alarmes: quando alguém te liga ou envia mensagem, a notificação aparece na tela do relógio e o mesmo acontece com alarmes configurados em determinado horário.
  • Troca de pulseira: uma das características que eu mais gosto é a possibilidade de trocar as pulseiras! Alguns usuários do primeiro modelo do Charge reclamaram que a pulseira desgasta conforme o tempo, então é muito interessante poder comprar uma nova e trocar!
  • Bateria: o site informa que a bateria do Charge 2 dura até 5 dias e dura mesmo! É claro que vai depender muito do seu uso diário, mas posso adiantar que mesmo utilizando todos os dias e bateria dele é muito boa!

E para a tristeza geral de todos um ponto MUITO importante: o modelo Charge 2 NÃO É À PROVA D’ÁGUA!!! 😭 #epicfail para a Fitbit! Para quem gosta de fazer natação 🏊🏻‍♀️ fica aí um ponto super negativo. ☹️

Esses são os pontos que consigo lembrar até o momento, se eu tiver mais alguma informação para acrescentar vou atualizando esse post! 👍🏻

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BEDA, Música, Show

Show: Soilwork – The Ride Majestic Tour

Trago mais um post sobre shows que fui e acabei de me dar conta que se passou quase um ano desse show! Ainda assim não posso deixar de contar como foi esse dia tão aguardado por mim pois seria meu primeiro evento de metal em anos. 🤘🏻

Soilwork é uma banda sueca 🇸🇪 de death metal melódico, formada em Helsingborg no final de 1995″. Conheci a banda em 2012 indicada por um amigo meu (viciado em vários estilos de metal) e o primeiro album que ouvi foi o The Living Infinite. Eu simplesmente AMEI todas as músicas dele, pois além do instrumental ser incrível, a voz do vocalista Björn é simplesmente sensacional. Se você é fã de heavy metal, recomendo muito ouvir Soilwork. Não preciso nem falar que essa entrou para a minha lista de bandas favoritas que eu gostaria de ir a um show!

Mal sabia eu que eles só confirmariam um show no Brasil em 2016 e para a minha surpresa, seria a primeira vez da banda por aqui em 20 anos de carreira (imagine para quem acompanha desde o começo)! Os ingressos custaram cerca de R$100 cada (não me lembro o valor exato), achei o preço bem barato pois a banda é pouco conhecida no Brasil (acredito eu). O local onde eles tocaram foi no Clash Clube em São Paulo e apesar de pequeno eu gostei bastante!

Seria meu primeiro show de metal com uma banda internacional e estava bem preocupada com o local pois detesto lugares lotados! Chegamos mais cedo, antes da casa abrir para o público pois conseguimos entradas para o Meet & Greet com a banda. Aliás essa é uma das grandes vantagens de ir em shows no Brasil quando a banda não é tão conhecida assim ou quando é o primeiro show no país. Portanto se você pretende ir a algum show de metal, fique de olho nas páginas das produtoras pois eles sempre sorteiam um número de pessoas para ir ao meet & greet.

Pouco depois de todos da lista entrarem na casa de shows, ficamos esperando sermos chamados para finalmente conhecer a banda! Estava tão feliz que além de ir ao meu primeiro show de metal de uma banda que eu gosto muito, ainda teria a oportunidade de conhecê-los! Como eu já esperava, foi sensacional pois tivemos um tempinho para conversar com todos os integrantes. Eu e meu marido conversamos muito com o vocalista (Björn “Speed” Strid) e contamos para ele como conhecemos o Soilwork (nosso amigo americano nos apresentou a banda) e ele fez questão de gravar um vídeo para esse amigo, que obviamente ficou MUITO feliz ao receber esse vídeo!

Eu sou a de rosa! 😂 Em cima além do meu marido, os integrantes: Björn “Speed” Strid, Sven Karlsson, Bastian Thusgaard, Sylvain Coudret, David Andersson e Markus Wibom (não necessariamente nessa ordem).

Depois do meet & greet, fomos para a pista aguardar o show começar, o lugar estava bem tranquilo e ainda não estava lotado ainda o que era bom de certa forma pois conseguimos comprar bebidas enquanto isso. O público como eu já imaginava foi bem tranquilo e não foi aquela muvuca dos shows grandes. Antes do Soilwork entrar no palco, uma outra banda se apresentou (não me recordo o nome agora) e logo depois o tão aguardado show começou!

Como era o primeiro show deles no país, a set list foi bem variada, com músicas de vários álbuns para a alegria de todos. 🤘🏻 Lógico que eu me acabei de pular e foi um dos melhores shows da minha vida! Ouvir as músicas em casa e ver ao vivo são duas experiências totalmente diferentes e se você tiver a oportunidade de prestigiar sua banda favorita então faça, pois é maravilhoso!

Abaixo segue a set list do show em São Paulo (em negrito as músicas do álbum mais recente):

  1. The Ride Majestic
  2. Nerve
  3. The Chainheart Machine
  4. The Crestfallen
  5. Death in General
  6. Tongue
  7. Overload
  8. Petrichor by Sulphur
  9. The Living Infinite I
  10. Bastard Chain
  11. Rejection Role
  12. Whirl of Pain
  13. Late for the Kill, Early for the Slaughter
  14. Follow the Hollow
  15. This Momentary Bliss
  16. Stabbing the Drama

Não vejo a hora de poder ir novamente a um show deles e espero que possa fazer isso enquanto estiver na Europa (Wacken quem sabe)! Valeu cada momento com certeza! 😄

Até o próximo post!

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